“A depressão é apontada por alguns estudiosos como o mal do século. Os números são alarmantes: embora não se tenha um cálculo exato, estima-se que cerca de 30% da população mundial sofra da doença, sem saber. Para minimizar esse desconforto, inúmeras pesquisas têm sido desenvolvidas por laboratórios de todo o mundo e os fitoterápicos vêm garantido cada vez mais espaço nas prateleiras, inclusive do Sistema Único de Saúde.
O Ministério da Saúde divulgou em fevereiro de 2009, uma relação com 71 espécies vegetais que poderão ser usadas na produção de novos medicamentos fitoterápicos e disponibilizadas para a rede pública de saúde. Nela constam duas ervas que a sabedoria popular vem aclamando como poderosos antidepressivos naturais: Erythrina mulungu e Passiflora sp…” (Leia e comente)
Eu volto agora à poesia
com a mente aperfeiçoada
contando mais um gracejo
que o povo dar gargalhada…
uma briga de dois cegos
que eu achei muito engraçada.
Aconteceu em Rio Largo
no estado das Alagoas;
esta cena interessante
vista por muitas pessoas
pois eu só conto o passado
não conto coisas atoas!
De Maceió, em um trem
para Rio Largo rumei
quando saltei na estação
para a feira me encaminhei
e lendo livros para o povo
o dia todo passei.
Lá para as tantas da tarde
a feira já terminado
eu então fechei a mala
e fiquei assim, conversando
olhando o que se passava
e algum transporte esperando. (Leia e comente)
“O fotógrafo e designer gráfico Vincent Bousserez diz que começou a tirar as fotos da série Plastic Life (ou “vida plástica”, em tradução livre) depois de se encantar com uma loja de miniaturas que começou a frequentar levado por um amigo.
“Essas fotos em close eliminam a distância entre o olho do espectador e a cena que ele descobre”, descreveu Bousserez à BBC Brasil.
“Ele entra em um mundo estranhamente similar ao dele e diferente ao mesmo tempo. Cada foto se torna um roteiro poético e bem-humorado que pode ser interpretado como a denúncia dos vícios de nosso tempo.”
Ele diz que a ideias das fotos vêm espontaneamente. “Na maioria das vezes, eu compro esses bonequinhos sem pensar em uma cena. Eu simplesmente os carrego comigo. E quando estou em algum lugar e vejo algo, a inspiração vem naturalmente”, conta.
Ao criar, o artista se compara com “uma criança”. “Eu interrompo a conversa, apanho esta ou aquela mobília que descobri,…” (Leia e comente)
“A indústria da fofoca na Inglaterra adora a cabeça quente de Amy Winehouse. Um flagra da cantora, seja saindo de casa drogada seja socando em um fã num show, sempre ajudou a vender jornal. Quando não têm um escândalo para mostrar, os tabloides recorrem a informações pouco confiáveis. E as publicam do mesmo jeito.
Foi assim que personalidade inflamável da cantora apareceu na capa do Daily Mirror, em março: “O drama do fogo no cabelo de Amy Winehouse”. Segundo a reportagem, a cantora recebia amigos em casa quando a faísca de uma caixa de força incendiou sua longa cabeleira. A história correu o mundo. Mas era mentira.
O “informante” do jornal era Chris Atkins, um documentarista inglês que havia dedicado seus dois últimos anos a estudar os bastidores dos tabloides, oferecer histórias falsas de famosos para jornalistas – e gravar tudo com câmera escondida. O drama incendiário de Winehouse era uma armadilha. Chris Atkins provara a falta de credibilidade da imprensa sensacionalista. “Fiz isso para as pessoas rirem das notícias ridículas e lamentarem a falta de responsabilidade…” (Leia mais e comente a matéria)
“Escrever sobre comportamento, um tema tão vasto, abre espaço para a discussão de assuntos que, aparentemente, pertenceriam mais ao âmbito dos especialistas em tecnologia de informação.
Gostaria hoje de conversar sobre como interagimos com um tipo específico de conhecimento: as (des)informações divulgadas por e-mails. Transitarei em meio a questões éticas, científicas e sociais, que se entrelaçam, e proponho refletirmos sobre alguns desses aspectos de nosso comportamento, nossa relação com temas divulgados via correio eletrônico.
Assim, partilho com vocês meu (obsessivo?) desconforto com um fenômeno que assola caixas postais. Não me refiro aos vírus e outros programas maliciosos que destroem nossos arquivos do computador, ou se infiltram nas máquinas com a finalidade de roubar senhas, causando danos frequentemente irreparáveis. Para tal problema, na maior parte dos casos, um antivírus atualizado diariamente é solução quase certeira…” (Leia mais e comente a matéria)
“HÁ UM CONTINGENTE ENORME DE PESSOAS PRATICANDO O BEM NO PAÍS. ESTIMA-SE QUE 25 MILHÕES DE BRASILEIROS DOEM DINHEIRO OU TEMPO – OU AMBOS – A INSTITUIÇÕES
DE CARÁTER BENEFICENTE”
“Esse número vem crescendo a cada ano, graças à conscientização de que, como o país é a sociedade, e não o governo, cabe aos cidadãos, em boa medida, tentar mudar a paisagem de pobreza e desmandos que nos cerca. Nesse universo, a fatia que mais aumenta é a de quem dedica algumas horas por semana ao voluntariado. É um trabalho que causa grande satisfação pessoal e possibilita um controle maior sobre a atuação da instituição escolhida. “Muita gente acha que pode doar uma horinha aqui e outra ali. Mas o trabalho voluntário requer regularidade”, diz Vera Lúcia Monari, presidente da Rede Feminina de Combate ao Câncer. A seguir, VEJA mostra o que se exige de um voluntário em dez organizações de grande credibilidade, numa seleção feita com a ajuda de especialistas…” (Leia mais e comente a matéria)
“O labrador Spiker só tem 1 ano, mas quase chegou ao corredor da morte. Abandonado pelos donos, foi parar em um abrigo de animais cuja política era sacrificar os cães que ninguém adotasse. Agora, no entanto, recebeu outra chance.
“Vamos, Spiker. Você consegue”, insiste a treinadora.
Spiker, mestiço de labrador com pointer alemão de pelo curto, fita a moça, perplexo. Então se lembra: da última vez que obedeceu a Marcy, um biscoito surgiu num passe de mágica. Lentamente, levanta a pata direita. “Bom menino”, diz Marcy, despenteando a pelagem malhada do cão e lhe oferecendo a guloseima.
Spiker está mudando a vida de Marcy, da mesma forma que Marcy vem mudando a dele. A moça de 18 anos mora há nove meses no Centro Infantil de Echo Glen, instituição correcional para jovens em Snoqualmie, Estado americano de Washington. Enquanto está lá, participa do programa Conexões Caninas, que reúne cães abandonados e menores encarcerados…” (Leia mais e comente a matéria)
“SER MULHER É TER FOME DE MUITAS COISAS: DE AFETO, DE CUMPLICIDADE, DE TEMPO LIVRE E, CLARO, DE UM BOM PRATO DE COMIDA. ASSIM PENSA A CIENTISTA SOCIAL CARLA CRISTINA GARCIA, ESTUDIOSA DE TEMAS QUE RONDAM O UNIVERSO FEMININO. NESTA ENTREVISTA, ELA NOS CONVOCA A REENCONTRAR O PRAZER DE DEGUSTAR A VIDA.”
“Carla Cristina Garcia é daquelas mulheres que esbanjam vitalidade. Os olhos vivos e pintados, somados ao sorriso largo e facilmente acionado, causam empatia imediata. Mestre e doutora em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), onde é professora e pesquisadora, e pósdoutora pelo Instituto José Maria Mora, no México, ela se dedica desde a graduação a temas relacionados ao universo feminino. “O papel fundamental da sociologia e da antropologia é dar voz a quem não é ouvido na sociedade”, justifica.
Primeiro, Carla quis entender o que tirava as mulheres de suas casas rumo a internações em manicômios a partir da Idade Média. “Qualquer mulher que tenha um pensamento alternativo ou que queira ter uma vida diferente daquela ‘autorizada’ pela sociedade é considerada louca, bruxa ou detentora de algum problema”, constatou ela na pesquisa que deu origem ao livro Ovelhas na Névoa – Um Estudo sobre as Mulheres e a Loucura (Rosa dos Tempos)…” (Leia mais e comente a matéria)
“O ex-enxadrista escocês David Levy, 64 anos, é um dos maiores especialistas do mundo em inteligência artificial. Ele acaba de ganhar, pela segunda vez, o prêmio Loebner, considerado o Oscar da robótica na categoria melhor “chatbot” – contração em inglês de “robô” e “conversa”. É justamente isso que faz a máquina que ele criou, a “Do-much-more” (Faz muito mais). O trabalho pode ser decisivo para o progresso da relação entre humanos e esses seres artificiais de alta tecnologia. A seguir, o cientista antevê o futuro dessa intensa – e surpreendente – parceria.
ISTOÉ - Como o sr. começou a estudar a inteligência artificial (IA)? David Levy - Quando me formei, em 1967, era considerado um jogador de xadrez de talento. Além disso, já trabalhava no Departamento de Ciências da Computação da Universidade de Glasgow (Escócia). Esse casamento levou aos jogos de xadrez contra máquinas, algo totalmente relacionado à IA…” (Leia mais e comente a matéria)
“O leigo sabe bem a distinção entre parto cesárea e parto normal. Mas um conceito ligado a um procedimento milenar vem trazendo à tona novas informações relevantes no campo da obstetrícia: o parto natural, ou seja, de cócoras. O seminário “A redescoberta do prazer de dar à luz e um novo modelo de assistência obstétrica”, evento em defesa do parto natural, trouxe a discussão sobre a atual falta de protagonismo da mulher tanto no parto normal quanto na cesárea. O evento aconteceu em outubro, na Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp.
Para os adeptos do parto natural, o parto normal e a cesárea diferem quanto ao fato de o segundo ser um procedimento cirúrgico – e realizado muitas vezes sem necessidade -, mas aproximam-se pelo modo de assistência ao parto: ambos colocam a gestante em uma atitude passiva. A própria posição (horizontal) em que a mulher é colocada no trabalho de parto já é por si só um elemento que a coloca em uma postura passiva, já que a falta de liberdade de movimentos traz um desconforto significativo, limitando seu repertório de atuação. Junte-se a isso o fato da aplicação de anestesia ser hoje um procedimento padrão, realizado até mesmo sem que a parturiente seja consultada. Sem controle sobre seu corpo, a mulher deixa de ser a protagonista desse momento e passa a receber os comandos que deve executar para que seu bebê venha ao mundo…” (Leia mais e comente a matéria)