FELICIDADE EM BOA CONTA

alegre

Por: Afonso Capelas Jr

Era uma vez um pequeno país que teve uma grande ideia: medir seu crescimento socioeconômico de acordo com indicadores do bem-estar individual de seus habitantes. Saiba como esse conceito inovador já está atraindo a atenção do mundo, incluindo o Brasil

Em certo dia do ano de 1986, no distante Butão – pequeno país encravado nas montanhas do Himalaia, onde atualmente vivem cerca de 700 mil habitantes, a maioria seguidora do budismo –, o rei Jigme Singye Wangchuck, de apenas 17 anos, questionado por um jornalista sobre a crise econômica que ameaçava seu reino, disparou: “Felicidade Interna Bruta [FIB] é mais importante que Produto Interno Bruto [PIB]”. O que – à primeira vista – poderia ser entendido apenas como uma frase de efeito de um nobre adolescente acabou por tornar-se a semente de um novo conceito para medir a saúde econômica e social de um país. “Naquele momento, nosso rei fez um importante alerta de como os indicadores do Produto Interno Bruto são frágeis”, observa o vice-presidente do Conselho Nacional do Butão, Dasho Karma Ura. “De fato, o mundo acumulou riquezas, mas não se pode dizer que estamos menos preocupados, tranquilos ou mais felizes.” (Leia mais)

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