DESTINO: LITERATURA

Portal dos Voluntários – Lucila Rupp

“Estradas de terra em campos minados, longas viagens em uma frágil canoa, noites sem luz, dias e dias em lugares isolados. Para promover o livro e a literatura, o mato-grossense Maurício Corrêa Leite sempre enfrentou desafios assim. Aos 54 anos, esse educador errante já passou por maus bocados. Ano passado, por exemplo, pegou malária em Angola. Mas nada disso o impede de seguir sua trajetória. Ao contrário. Como ele conta ao A&P, em entrevista concedida por telefone de sua casa em Cascais, Portugal, os desafios o impulsionam sempre mais.

A&P – Qual foi seu percurso para chegar à área de promoção da literatura?
Maurício Corrêa Leite –
Sou formado em teatro e andava com uma dessas malas que têm boneco, fantoche, maquiagem e fantasia. Como tinha sido professor e sempre trabalhei com movimentos ligados a causas sociais e à educação de minorias, qualquer dinheirinho que conseguia era para comprar livro. Um dia, olhei para minha mala e pensei: isso aqui dá uma bela biblioteca. Empurro a parte de teatro para cá, ponho os livros aqui e pronto! Criei essas bibliotecas itinerantes por uma necessidade, por um desespero: queria saber como uma quantidade menor de livros poderia atingir uma quantidade maior de crianças, num tempo menor e com um custo mais baixo…” (Leia e comente)

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