Archive for junho \14\UTC 2010

LIVROS DE UMA LETRA SÓ

14/06/2010

UMA NOVA TENDÊNCIA LITERÁRIA FAZ SUCESSO NOS EUA E JÁ DÁ FRUTOS NO BRASIL: OS LIVROS QUE REPETEM TEMAS E SITUAÇÕES

Isto É – Adriana Prado

“Um garotinho americano chamado Alec Greven, 11 anos, começou a sua carreira de escritor reconhecido ao somar seu talento precoce a um filão que o mercado literário descobriu e investe pesado: a série de livros de um tema só. Depois de lançar “Como Falar com Meninas” (Record), Greven escreveu mais três obras, todas com títulos recorrentes. Já na segunda delas, “Como Falar com as Mães” (que acaba de chegar ao Brasil), o pequeno escritor contabilizava números de gente grande: ambas venderam juntas nos EUA cerca de 300 mil exemplares. O terceiro volume é esclarecedor: ensina a conversar com Papai Noel. Não dá, por exemplo, para comparar com um best-seller de Dan Brown, mas o fato é que se trata de um grande sucesso.

A fonte na qual bebe o menino americano foi testada por grandes nomes como Richard Carlson, que acumula 26 milhões de cópias vendidas de sua série “Não Faça Tempestade em Copo D’Água” (Rocco). O primeiro, lançado em 1997, deu origem a mais 13 títulos idênticos, aconselhando a não fazer tempestade em copo d’água no amor, no trabalho, na vida a dois e por aí…” (Leia e comente)

(Encontrei no site “Sam Shiraishi” um texto bacana sobre o mesmo tema. Gostaria de dividir com vocês. Vale dar uma olhada! Luiz Aurélio)

O GAROTO ERRADO QUE DEU CERTO

11/06/2010

BIOGRAFIA EXPÕE O ANARQUISMO DO CASSETA MAIS
INCORRETO DO PLANETA

Vip – Rodolfo Viana

“O filho caçula do cirurgião Luiz Guilherme Vianna e da psiquiatra Helena Besserman Vianna era um caso perdido. Não curtia estudar e ganhava mixaria como animador de festa infantil. Aos 20 anos de idade, sem perspectiva de vida, Cláudio era visto na família como um problema, alguém que precisaria de socorro no futuro próximo. O futuro chegou, e Cláudio Besserman Vianna se tornou um dos maiores humoristas brasileiros: Bussunda.

Desde a vadiagem nos tempos da Escola de Comunicação da UFRJ, em que misturava destilados num tambor para beber nos dias seguintes, até a sua morte, durante a Copa de 2006, Bussunda – A Vida do Casseta, de Guilherme Fiuza (Editora Objetiva, R$ 49,90), é mais do que uma biografia. Ele repassa a junção dos doidos d’O Planeta Diário com os malucos do Casseta Popular – o que viria a originar o Casseta & Planeta -, a estreia na TV e as brigas da trupe herdeira do humor d’O Pasquim. É uma obra de fôlego, que narra em minucias as muitas facetas de um dos personagens centrais da imprensa humorística e…” (Leia e comente)

QUALIDADE DE VIDA NA MEDIDA (IN)CERTA

10/06/2010

Com Ciência – Márcio Derbli

“Quando assistimos TV, ouvimos rádio ou lemos um jornal, somos expostos constantemente a anúncios publicitários prometendo melhorar ou manter nossa qualidade de vida. É a margarina que torna sua vida mais saborosa, o carro que te dá mais sensação de conforto ou o condomínio residencial que garante um invejável estilo de vida para toda a sua família. Mas, afinal, que qualidade de vida é essa? Será que apenas a capacidade de consumo pode garanti-la? Como se constrói esse conceito e como medi-lo a contento?

Apesar de registros do termo, na literatura médica, desde a década de 1930, não existe ainda um consenso sobre seu significado, e pesquisadores de diversas áreas têm discutido como definir o conceito. A Organização Mundial da Saúde (OMS), por exemplo, definiu qualidade de vida, em 1990, como “a percepção do indivíduo de sua posição na vida no contexto da cultura e sistema de valores nos quais ele vive e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações”. Nessa definição, são incluídos seis domínios principais: saúde física, estado psicológico, níveis de independência, relacionamento social, características ambientais e padrão espiritual. Uma definição mais antiga, de 1974, feita por pesquisadores americanos, relacionando qualidade de vida à saúde,… (Leia e comente)

MULHER, QUEM PODERÁ ENTENDÊ-LA

06/06/2010

Portal Literal – Joelson Cardozo

“Desde que me conheço por gente (ou até antes), ouço falarem das mulheres como “seres incompreensíveis” por seus jeitos e feitos possuirem um mistério para o público masculino. Nos dias de hoje, estes termos críticos, muitas vezes destrutívos ainda são usados, fala-se muito sobre esta incompreensão, porém é mais aceito devido a situação da mulher atual e suas características, no entanto tais “características” são na verdade evidências de um potencial imenso que a mulher traz consigo, uma capacidade de ser ótima Profissional, Líder, Mãe e em especial, MULHER.

Afinal de contas, Algum homem já tentou entender outro homem? Certamente que não, (um ser sistemático, cabeça dura, teimoso de doer quando se trata de estar certo ou ser o dono da razão, mão fechada, ranzinza… ∞), a verdade é que somos uma espécie de comunidade que se aceita com espontaneidade, isto não significa que haja uma compreensão do quê ou o quê pode ser um homem. Eu que o diga, afinal de contas sou homem e como todos, possuo muitos dos defeitos acima listados e em conformidade com a maioria de nós homens, tenho um gosto por quadrinhos e seus heróis. Se a minha vida fosse em quadrinhos, minha esposa seria a minha heroína.

Mulher, ser frágil e delicado (nunca deixem de ser assim), pois são princípios do “ser Mulher” e não serão inferiores devido a delicadeza e fragilidade,…” (Leia e comente)

O NOVO É PERIGOSO

05/06/2010

NA MÚSICA, O NOVO PODE SER OCO E SERVIR A QUALQUER PROPÓSITO, INCLUSIVE O DO OPOST

Trip – André Caramuru Aubert –  Fotos Jason Holley / jasonholley.com

“Bobs, Marley e Dylan; Kings, Albert e B.B., Janis Joplin, Buddy Guy, Jimi Hendrix e Caetano; parece escalação de time. Time pequeno, tipo futsal. Meus heróis na música são poucos, e na maior parte do tempo ouço as mesmas coisas. Outro dia, conversando com o Gui, um amigo, que é exatamente o contrário de mim e está totalmente aberto às novidades, senti inveja e admiração. Tanta coisa boa aparece e eu nem percebo. É que o novo não me comove, pelo menos não simplesmente por ser “novo”. Ou melhor: desde uma aula que me marcou, nos tempos da faculdade, eu desconfio dele. Enquanto adjetivo, “novo” é de um enorme vazio, que só existe por oposição a “velho”; e, carente de qualidades intrínsecas, se transforma em elogio automático ao carregar dentro de si, clandestinamente, o valor de “bom”. Não é à toa que o “novo” é uma das palavras mais utilizadas pelos publicitários, que querem convencê-lo, o tempo todo, que os “novos” sabão em pó, geladeira e barbeador são melhores do que os anteriores (afinal, não se esqueça, o “novo” é primo-irmão do “progresso”).

Perigo maior que no shopping center, porém, o “novo” representa na política. Até as revoluções burguesas, ninguém se preocupava com o que era novo. A boa política era a da conservação, em que o rei que assumia mantinha as coisas exatamente como as havia deixado o rei que se fora. A atração pelo “novo”…” (Leia e comente)

RELIGIÃO É COMPONENTE GENÉTICO

01/06/2010

BRITÂNICO NICHOLAS WADE, AUTOR DO LIVRO THE FAITH INSTINCT, DEFENDE QUE A SELEÇÃO NATURAL PRIVILEGIOU
OS HUMANOS RELIGIOSOS

Galileu – Érika Kokay

Nicholas Wade, repórter especializado em ciência do New York Times, juntou religião e as ideias evolutivas de Darwin – duas coisas aparentemente opostas. Em seu livro: The Faith Instinct (O Instinto de Fé, sem edição no Brasil), defende que a religiosidade é um comportamento universal humano, presente em todas as sociedades, e provavelmente moldada pela seleção natural em milhares de anos. Para ele, todos nós temos um instinto religioso, que nos faz querer ter fé.

A relação do repórter com a religiosidade começou no Eton College, no condado inglês de Buckingham. Fundada pelo rei da Inglaterra Henrique VI, a escola manteve seu currículo quase intacto ao longo dos mais de 500 anos que separam sua fundação, em 1440, do ingresso de Nicholas Wade, durante o colegial. Devido à grade secular, ele aprendeu latim e grego, estudou diversas religiões e frequentava a igreja duas vezes ao dia, exceto aos domingos. “Eu acho que essa familiaridade com os hinos e com a liturgia da Igreja da Inglaterra me fez apreciar a religião e me ajudou a entender porque ela tem sido uma força tão poderosa ao longo da história”,… (Leia e comente)