O WOODSTOCK BRASILEIRO

“UMA NOITE EM 67” MOSTRA QUE O FESTIVAL DA CANÇÃO DAQUELE ANO PODE SER APENAS UM FLASH NA MEMÓRIA DE QUEM ESTAVA NO PALCO, MAS DEIXA CLARO QUE, PARA O RESTO DO PAÍS,
FOI MAIS QUE ISSO

Época – Ivan Martins

“Documentários são feitos de imagens e ideias. Às vezes, como em Uma noite em 67, são feitos também de nostalgia. O filme de Renato Terra e Ricardo Calil, que entra em cartaz na próxima semana, fala do festival da canção de 1967 – um evento mítico da cultura brasileira, tão importante para nós quanto Woodstock para os americanos. O festival de rock de Woodstook estabeleceu, em 1969, o tom hippie e contestatório dos anos 1970. O festival de 1967 apresentou ao Brasil os personagens, as ideias e a tensão que tomaria conta do país nas décadas seguintes.

Na noite de 21 de abril de 1967, no palco do Teatro Paramount, no centro de São Paulo, foram apresentadas 12 finalistas ao título de melhor canção do ano. A competição era transmitida ao vivo, para todo o país, com níveis de audiência de final de Copa do Mundo. O auditório que vaiava e aplaudia era parte do espetáculo. Naquela noite, Chico Buarque cantou “Roda viva”, Edu Lobo trouxe “Ponteio”, Gilberto Gil veio com “Domingo no parque” (acompanhado dos Mutantes) e Caetano Veloso com “Alegria, alegria”. Todas essas canções se tornaram clássicos da música brasileira. É espantoso que tenham sido…” (Leia e comente)

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