Posts Tagged ‘Artes Plásticas’

VIVER COM ARTE

14/12/2010

NADA INTEGRA MAIS O HOMEM A SI MESMO E AOS OUTROS QUE A ARTE. FOI ELA QUE ME TIROU DO LIMBO EXISTENCIAL
A QUE ME CONDENEI

Trip – Luiz Alberto Mendes

“Tento caminhar na vida com arte. Busco, de verdade, existir com elegância. Cultuo o despojamento, o estoicismo, tento não cobrar ou exigir. Concentro-me em superar a técnica e o método com a alma e o coração. Os religiosos chamam a isso de comunhão, os artistas de arte. Para mim é religião, é arte e é vida porque habilita, preenche e constitui minha identidade.

Há dez anos iniciei a construção de uma nova história pessoal. O reconhecimento da arte como meio e fim marcou cada um dos meus passos seguintes. Criei novas ferramentas existenciais. Segui consciente de que, se nada mais desse certo, o esforço e a luta sempre valeriam a pena. No mínimo me educariam a respeito de minha estupidez natural. Possuía experiências pessoais que me atestavam: a arte modifica o presente e determina o futuro.

Dentro do campo artístico e profissional me instrumentalizei para me reencaixar socialmente. Na prática, não dei muita bola para a razão e enriqueci a vida com os riscos da imaginação. Estudei, pesquisei e inventei um novo futuro. Descobri, depois de árduas…” (Leia e comente)

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DEUTSCHE WELLE LEVA VOCÊ E UM ACOMPANHANTE PARA ASSISTIR À INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO DE ALEX FLEMMING NO RIO DE JANEIRO

02/12/2010

DW-Word.DE

“Alex Flemming é um dos artistas plásticos brasileiros mais renomados no exterior. Nascido na capital paulista em 1954, suas obras envolvem fotografia, pintura, escultura, gravura e poesia e têm sido expostas e vendidas em vários países, incluindo Alemanha, Espanha, Portugal, Noruega, Dinamarca, Holanda, Chile, Argentina, Cuba, Austrália e Estados Unidos.

Há 19 anos, fixou residência em Berlim, onde vive num amplo apartamento distante poucas quadras do ateliê inaugurado há pouco no bairro de Prenzlauer Berg. Como parte da série Expedição para casa, a Deutsche Welle vai acompanhá-lo numa viagem ao Brasil, onde será inaugurada uma exposição individual do artista no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, no dia 9 de dezembro.

E você e mais um convidado seu poderão estar lá! Para concorrer, basta escrever um e-mail até o dia 5 de dezembro, dizendo:

Por que a DW deve levar você para conhecer Alex Flemming?*…” (Leia mais e concorra)

QUANDO A TELA É UM BUEIRO

27/08/2010

DUPLA DE GRAFITEIROS, 6EMEIA, COLORE BUEIROS
DA CAPITAL PAULISTA

Bravo

“Anderson Augusto, o São, e Leonardo Delafuente, conhecidos como 6emeia, fazem grafite em bueiros, postes e tampas de esgoto da cidade de São Paulo. A começar pelo bairro da Barra Funda, onde nasceram, a arte da dupla tomou também as regiões do Bom Retiro e Santa Cecília e já despertou interesse de críticos fora do Brasil.

De Che Guevara a Carmem Miranda, os artistas fazem uma obra muito colorida e bem-humorada que já foi exposta no clube Berlin, na capital paulista, num abrigo antibomba, na Alemanha e no Slot Art Festival,…” (Leia e comente)

ARTE DO CONVÍVIO

07/05/2010

CAPAZ DE APROXIMAR AS PESSOAS, OBRAS ARTÍSTICAS RESISTEM ÀS AMEAÇAS TOTALITÁRIAS E CRIAM ESPAÇOS DE DIÁLOGO

Revista e

“Onde se queimam livros, acaba-se queimando pessoas.” Quando o poeta alemão Heinrich Heine alertou o mundo com essa frase, clarões de fogo anunciavam uma das piores tragédias já vistas pela humanidade. Era dia 10 de maio de 1933, e soldados nazistas promoviam a destruição de milhares de obras literárias, consumidas pelas chamas nas praças públicas, em várias cidades da Alemanha.

Da chamada “higienização” da literatura para a limpeza étnica não houve um caminho muito longo, e o restante da história, confirmando a previsão de Heine, é bem conhecida: milhões de judeus mortos, entre outras minorias, em campos de concentração.

Em face desses episódios, Hanna Arendt [filósofa alemã de família judia, 1906-1975] identificou o maior aliado nazista: a discriminação. “Hitler previa que na guerra o racismo seria um aliado mais forte na conquista de simpatizantes (…) o racismo deliberadamente irrompeu através de todas as fronteiras nacionais, definidas por padrões linguísticos tradicionais ou quaisquer outros” (Origens do Totalitarismo, Companhia das Letras, 2007).

Fim da liberdade

A arte naquele período tornou-se o primeiro alvo das tropas nazistas. Para o professor de Teoria Literária da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Márcio Orlando Seligmann-Silva, o regime totalitário pretendia instrumentalizar a arte e a literatura com fins políticos. “Os nazistas só admitiam…” (Leia e comente)

ERA UMA CASA MUITO ENGRAÇADA

19/04/2010

ARTHUR CONHECEU O UNIVERSO PINTADO DE OSWALDO MONETEGRO, GÊNIO PARA UNS, DROGA PARA OUTROS

Trip – Arthur Veríssimo / Fotos Deborah Engel

“Caminho pelo interior do shopping Rio Design observando o vai e vem dos consumidores. Estamos no coração do Leblon (zona sul do Rio), e deslizo pelos corredores até a portaria do flat que faz parte do complexo. Temos um encontro agendado com um dos artistas mais enigmáticos da música popular brasileira.

No 17° andar da torre cilíndrica vive o trovador e menestrel Oswaldo Montenegro. Ao longo da sua carismática carreira, gravou 38 CDs, 15 peças musicais e toneladas de trilhas sonoras para TV, cinema e balé. Sua trajetória remete ao clássico bordão “ame-o ou deixe-o”. Parte da mídia o elogia, e outra o detona. Por muitos anos, ele foi um dos alvos preferenciais do Casseta & Planeta. E ainda deu origem a um maldoso ditado: “Tudo na vida tem um lado bom, menos LP do Oswaldo Montenegro”. Ele leva numa boa. “A consagração do artista é existir entre esses dois polos, a crítica positiva e a negativa. Quando imprimimos a nossa assinatura, terá gente a favor e contra. Para alguns, o que realizo é uma droga. Para outros, o nirvana. Essa é a virtude de uma obra de arte.” (Leia e comente)

PINTURA OBSOLETA?

08/02/2010

ARTISTA BRITÂNICO DESCOBRE FIM CRIATIVO
PARA ESSAS VELHARIAS

Superinteressante

“Você ainda se lembra do disquete, da fita de vídeo VHS e da fita cassete? Pode até parecer uma pergunta obsoleta, mas o artista plástico britânico Nick Gentry* descobriu um fim muito legal e criativo para essas “velharias”.

Em suas telas, Gentry usa esses objetos para construir faces imaginárias e identidades que podem ter ligação com as informações pessoais armazenadas nesses formatos de mídia. Seus trabalhos têm como foco explorar o avanço da tecnologia…” (Leia e comente)

FOTÓGRAFO FRANCÊS CRIA ‘DIA-A-DIA EM MINIATURA’

05/11/2009

bonequinhos 1

“UM ARTISTA FRANCÊS UTILIZA BONECOS DE PLÁSTICO EM MINIATURA PARA REPRODUZIR CENAS DA VIDA COTIDIANA.”

BBC Brasil

“O fotógrafo e designer gráfico Vincent Bousserez diz que começou a tirar as fotos da série Plastic Life (ou “vida plástica”, em tradução livre) depois de se encantar com uma loja de miniaturas que começou a frequentar levado por um amigo.

“Essas fotos em close eliminam a distância entre o olho do espectador e a cena que ele descobre”, descreveu Bousserez à BBC Brasil.

“Ele entra em um mundo estranhamente similar ao dele e diferente ao mesmo tempo. Cada foto se torna um roteiro poético e bem-humorado que pode ser interpretado como a denúncia dos vícios de nosso tempo.”

Ele diz que a ideias das fotos vêm espontaneamente. “Na maioria das vezes, eu compro esses bonequinhos sem pensar em uma cena. Eu simplesmente os carrego comigo. E quando estou em algum lugar e vejo algo, a inspiração vem naturalmente”, conta.

Ao criar, o artista se compara com “uma criança”. “Eu interrompo a conversa, apanho esta ou aquela mobília que descobri,…” (Leia e comente)

GABRIEL BÁ: MAIS UM PRÊMIO COM HQ, QUE PODE VIRAR FILME

14/10/2009
Gabriel Bá e o irmão gêmeo, Fábio Moon

Gabriel Bá e o irmão gêmeo, Fábio Moon

Veja – Maria Carolina Maia

“O brasileiro Gabriel Bá acaba de acrescentar um troféu à coleção que ele e o irmão gêmeo também quadrinista, Fábio Moon, vêm faturando nos últimos anos. Na manhã de domingo, enquanto navegava por blogs e sites americanos, Bá descobriu que tinha vencido, na noite anterior, o Harvey Awards, uma das principais premiações da indústria americana de quadrinhos. O prêmio foi conquistado na categoria Melhor Desenhista de 2008, com a segunda fase da série The Umbrella Academy, uma parceria entre o brasileiro e o roqueiro Gerard Way, vocalista da banda My Chemical Romance. A série, aliás, acaba de chegar ao país: sua primeira fase foi lançada na semana passada pela editora Devir.

Apesar dos prêmios, a carreira de Bá parece ainda não ter chegado ao auge. Em fase de roteirização na Universal Studios, a série The Umbrella Academy pode virar uma atração de Hollywood em breve, como contou em entrevista nesta terça-feira…” (Leia a entrevista e comente a matéria)

TRAMAS URBANAS PARA DOWNLOAD

13/10/2009

tramas urbanas

Portal Literal

“A música, a moda, as artes plásticas, o jornalismo, entre outras vertentes da cultura urbana tem ganhado cada vez mais espaço nas periferias. O enfoque da periferia produzindo para os pares e para o mundo, sem precisar da tutela que um dia achou-se necessária (pelos que nunca foram da periferia) é cada vez mais a regra.

A coleção Tramas Urbanas, da Aeroplano Editora, trouxe, em sua primeira leva, dez livros que abordam esta crescente produção cultural. São eles Acorda hip-hop!, do DJ TR; Cidade ocupada, de Ericson Pires; Cooperifa, de Sérgio Vaz; Daspu, de Flavio Lenz; Favela toma conta, de Alessandro Buzo; Poesia revoltada, de Écio Salles, História e memória de Vigário Geral, de Maria Paula Araújo e Écio Salles; Notícias da favela, de Cristiane Ramalho; Tecnobrega, de Ronaldo Lemos e Oona Castro (orgs.); e Trajetória de um guerreiro, de DJ Raffa. E agora disponibiliza todos os volumes para download gratuito. É só clicar e conferir.

Leia trechos do release da coleção, que em breve lança outros dez títulos:

A cultura produzida na periferia é a grande novidade do século XXI e já começa a gerar inúmeros trabalhos acadêmicos, seminários e teses. Mais ainda: os novos movimentos culturais gerados em favelas e periferias das grandes cidades repercutiram com tamanha força que saíram dos limites da exclusão e estão dando origem a uma nova cultura…” (Leia mais e comente a matéria)

Livros da coleção Tramas Urbanas, na íntegra para download

MUTANTES RECICLADOS

29/09/2009

mutante de borracha

Super Interessante – Imagem: Gana Art Gallery

“Você sabia que há “vida” para o pneu após o uso em veículos? Os restos dessa borracha preta podem ser transformados em cercas, asfaltos e no que mais a sua mente criar. No caso do artista coreano Ji Yong Ho, a imaginação foi bem longe…

Seus mutantes – esculturas feitas a partir de tiras de pneus descartados – são criados para provocar a reflexão sobre a atual obsessão dos jovens, de modo geral, pela engenharia genética, como nos seriados Heroes e X-Men, exibidos pela TV.

Embora as inusitadas criaturas – como o unicórnio de duas cabeças ou o leão com cabeça humana – pareçam monstruosas, a intenção do artista é deixá-las mais simpáticas aos olhos de quem…”
(Leia mais e comente a matéria)

No vídeo abaixo outros trabalhos do Artista Ji Yong Ho…