Posts Tagged ‘Atitude’

MELHORE SUA VIDA COM UMA ATITUDE DE GRATIDÃO

11/01/2012

A VIDA É BEM MELHOR PARA QUEM SABE
AGRADECER PELO QUE TEM.

Seleções – David Hochman

“No primeiro dia do Mês da Gratidão que estipulei para mim mesmo, o meu filho de 5 anos acordou “entediado” às 5h15 da manhã, vi uma multa por excesso de velocidade na bolsa da minha mulher e o aquecedor deu o último suspiro na hora em que entrei no banho. Em geral, eu começaria a resmungar e o dia teria um péssimo início. Mas aquele dia foi diferente. Como são lindas as covinhas do meu filho, mesmo nessa hora infeliz. Como é encantador o espírito aventureiro da minha mulher. Faltam apenas 29 dias.

Uma semana antes, enquanto brigava com a sensação de que viera ao mundo para encher e esvaziar a lavadora de pratos, decidi que já era hora de dar fim aos resmungos automáticos. Mas não eram apenas as pequenas coisas que me atormentavam. De repente, os meus amigos vinham enfrentando adversidades: câncer, divórcio, demissão. Eu não deveria comemorar minha relativa boa sorte?

Já ouvira falar do benefício da gratidão. O que não entendia direito era como passar da rabugice à alegria transbordante. Em busca de dicas, liguei para Robert A. Emmons, professor da Universidade da Califórnia, pioneiro na pesquisa sobre os benefícios do pensamento positivo. Emmons citou novos estudos que indicam que basta fingir estar grato…” (Leia e comente)

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SACOLAS PLÁSTICAS: DE ONDE VÊM, PARA ONDE VÃO

10/08/2011

PEGAR SACOLINHAS EM QUALQUER COMPRA VIROU SE TORNOU UM HÁBITO PARA MUITA GENTE. O QUE A MAIORIA DESCONHECE É O IMPACTO QUE ELAS PODEM CAUSAR AO MEIO AMBIENTE E, CONSEQUENTEMENTE, NA VIDA DAS PESSOAS E DOS ANIMAIS. AGORA, PARE PARA PENSAR E RESPONDA: É REALMENTE NECESSÁRIO USAR TANTA SACOLA PLÁSTICA?

Planeta Sustentável – Mônica Nunes e Ana Luíza Vastag

“Muitas vezes sem saber, ao fazermos compras no supermercado, na padaria, na livraria, na loja de brinquedos, na farmácia… e guardarmos tudo – seja de que tamanho ou quantidade for – em sacolas plásticas, estamos contribuindo para as enchentes ou, ainda, para a poluição das águas e a morte dos animais que vivem nos oceanos. E este é apenas um dos problemas que essa prática pode gerar.

Usar sacolas plásticas para carregar qualquer compra virou um hábito ou, mesmo, um vício. Por isso que mais de um bilhão de sacolas são usadas por mês só no Brasil! Vc sabia disso?

Para entender de um jeito muito fácil como isso funciona, o site Akatu Mirim*, do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, criou uma animação superbacana. Dá pra entender, direitinho, como são feitas e para onde vão quando jogadas no lixo…” (Leia e comente)

LIVREIRO DO ALEMÃO CRIA “BARRACOTECA” NA FAVELA

31/07/2011

Otávio Júnior criou a "Barracoteca Hans Christian Andersen"; no ensino médio, ele matava aula para ir à biblioteca

Folha.com – Emilio Sant’anna / Foto: Paula Giolito – Folhapress

“Enquanto traficantes do Comando Vermelho em fuga trocavam tiros com a polícia e soldados do Exército durante a ocupação dos complexos da Penha e do Alemão, em novembro de 2010, Otávio Júnior, 27, escrevia.

Sem poder sair de casa, finalizava “O Livreiro do Alemão” — seu ingresso no mundo dos escritores — e preparava-se para instalar a primeira biblioteca do conjunto de 13 favelas na zona norte do Rio com quase 400 mil pessoas.

“Quando os confrontos eram muito acirrados, eu produzia muito. Escrevia enquanto as balas “comiam” para cima e pra baixo.”

Biblioteca? Na verdade, trata-se da “Barracoteca Hans Christian Andersen” -corrige Otávio. O nome é uma homenagem ao escritor dinamarquês autor de contos como “A Pequena Sereia” e “A Roupa…” (Leia e comente)

O SEMEADOR DO PONTAL DO PARANAPANEMA

28/07/2011

JEFFERSON LIMA DEDICA-SE AO PROJETO CAFÉ COM FLORESTA, DA ONG IPÊ. NO PONTAL DO PARANAPANEMA (SP), ELE ESTIMULA ASSENTADOS A FAZER O PLANTIO DE ESPÉCIES NATIVAS
NAS ÁREAS DE CULTIVO DE CAFÉ.

National Geographic – Liana John / Foto de Liana John

“Na caminhonete há uma coleção de sacos e sacolinhas, bem amarrados para não deixar escapar o precioso conteúdo. O geógrafo e técnico em agropecuária Jefferson Lima nunca volta com a mesma carga da ida. Também nunca chega ou sai de mãos abanando. Quando faz suas visitas aos assentados do Pontal do Paranapanema, no extremo oeste do Estado de São Paulo, ele é um autêntico dispersor de sementes e de mudas, um extensionista rural como poucos, integrante da equipe do Instituto de Pesquisas Ecológicas, Ipê.

Não por acaso, vários dos assentados com os quais ele trabalha o chamam de professor. Enquanto distribui suas sementes e promove trocas entre agricultores, ele vai semeando ideias, dando uma sugestão aqui; ressaltando a importância da diversidade de culturas ali; chamando a atenção para os cuidados que mantêm viva a fertilidade do solo; as formas de controlar pragas e doenças de maneira natural, sem químicos,…” (Leia e comente)

JOVEM COM CÂNCER ÓSSEO DIZ QUE VIVEU ‘UMA VIDA COMPLETA’ EM TRÊS ANOS

27/07/2011

UM JOVEM AMERICANO QUE FALECEU DE CÂNCER TRÊS ANOS APÓS O DIAGNÓSTICO DEDICOU-SE A APROVEITAR AO MÁXIMO NO TEMPO QUE TINHA. EM SEU ÚLTIMO ANO DE VIDA, ELE SE APAIXONOU E CASOU-SE COM A NAMORADA, QUE FICOU AO SEU LADO ATÉ O FIM.

BBC  Brasil

“Alex Lewis foi diagnosticado aos 17 anos com câncer nos ossos e passou por um tratamento intensivo contra a doença, sem sucesso. Ele faleceu pouco depois do seu aniversário de 22 anos.

Durante os últimos três anos, ele experimentou o que muitas pessoas levam toda a vida para conseguir, inclusive conhecer e casar com o amor de sua vida.

A história de Alex foi tema do documentário “Alex: A Life Fast Forward” (Alex: Uma Vida Acelerada, em tradução livre), do canal de TV britânico BBC Three.

O garoto foi diagnosticado depois de sentir dor no braço por meses. “Ele jogava muito tênis de futebol americano, por isso imaginou que havia distendido alguns músculos,…” (Leia e comente)

BICICLOTECA

22/07/2011

BIKE ITINERANTE DOA LIVROS A MORADORES DE RUA

Super Interessante – Débora Spitzcovsky

“Está na Constituição brasileira: todo o cidadão tem direito à cultura e educação e, para ajudar a cumprir essa Lei, o IMV – Instituto Mobilidade Verde criou a Bicicloteca, uma bike itinerante desenvolvida para percorrer as ruas das cidades brasileiras doando livros aos moradores de rua.

Com um compartimento traseiro que tem capacidade para armazenar até 150 kg de livros, a Bicicloteca é capaz de levar a leitura a centenas de desabrigados, que para ganhar uma obra só precisam fazer uma promessa: doar o livro para outro morador de rua, quando terminarem a leitura – já que seria inviável pedir para que obras fossem devolvidas à biblioteca, como de costume.

O projeto ainda está no começo e a primeira Bicicloteca do IMV será doada, na próxima segunda-feira, 25 de julho – não por acaso, o Dia do Escritor – para o MEPSRSP – Movimento Estadual de População em Situação de Rua de São Paulo, que oferece assessoria jurídica aos desabrigados, além de encaminhá-los para projetos sociais e empresas dispostas a oferecer emprego…” (Leia e comente)

A DOENÇA DE SER NORMAL

22/07/2011

COM MEDO DA LIBERDADE, PREFERIMOS ADERIR À MANADA

Época – Eliane Brum

“Na semana passada, li uma entrevista do professor José Hermógenes de Andrade Filho, uma lenda no mundo da ioga no Brasil. No texto, ele conta ter criado uma palavra – “normose” – para dar conta daquele que talvez seja o grande mal do homem contemporâneo. “Normose” seria a “doença de ser normal”. O professor explica: “Como diz o título de um documentário que fizeram sobre mim: ‘Deus me livre de ser normal!’. Pois, na dita normalidade em que vivemos, somos constantemente alimentados pelo que nos aliena de nós. Com isso, perdemos a noção das coisas, do sentido de nossa vida, deixando que o mundo interfira muito mais do que deveria. (…) Essa normalidade nunca esteve tão distante da verdade”.

A entrevista faz parte de uma coletânea de boas conversas com pessoas ligadas ao universo da espiritualidade – não necessariamente religiosa – no Brasil e no mundo, escrito em dois volumes pelo jornalista mineiro Lauro Henriques Jr., com o título “Palavras de poder” (LeYa, 2011). Ganhei os dois livros de uma pessoa especial na minha vida e por isso comecei a ler com curiosidade. Me deparei com a “normose” do professor Hermógenes. E fiquei instigada a pensar sobre ela…” (Leia e comente)

DAVID BYRNE

09/07/2011

“David Byrne, qu’est-ce que c’est? Ex-líder da banda Talking Heads, embaixador da world music, cineasta, artista plástico, escritor e, de uns anos para cá, garoto-propaganda da bicicleta. Depois de pedalar por Nova York e pelo mundo, o multiartista escreveu o livro Diários de bicicleta e passou a dar palestras sobre mobilidade sustentável. Este mês é a vez do Brasil: Byrne vem para a Flip, em Paraty, e para um fórum em São Paulo. Mas antes de embarcar ele contou à Trip como a bicicleta pode se tornar o símbolo maior de uma nova consciência urbana

Trip – MIllos Kaiser e Ricardo Calil – Fotos Gil Inoue

“Se você quer se dar bem em Nova York, é preciso escolher o veículo certo. Nada de carro do último ano, táxi amarelo disputado a tapas ou o sempre eficiente, porém infestado de ratos, sistema de metrô. O negócio agora é ter uma bicicleta. De preferência, um modelo raro. Se por acaso cair nas suas mãos uma bike do século 19, aquela com a roda da frente gigante e a de trás minúscula, então você é o cara.

Foi só um passeio de meia hora entre Chinatown e o SoHo, levando a bicicleta na mão. Mas, pasme, também foi o suficiente para descobrir que no peito do nova-iorquino – talvez o povo mais marrento do planeta – também bate um coração. O policial abriu passagem na calçada,…” (Leia e comente)

MÃE DE TODOS

09/07/2011

COM PALAVRAS E GESTOS, MÃES PODEM SE TORNAR ALIADAS NA PRESERVAÇÃO DO PLANETA.

Seleções – Mariusa Colombo

“Existem mães de todos os tipos, todas especiais a seu modo. Mãe de filho único, de vários filhos; mãe da cidade, do campo, do sertão e do cerrado. Consumistas, econômicas; mães que leem sobre a sustentabilidade, mães que estão aprendendo a ler. E existe, é claro, a natureza, mãe de todos nós. Como as outras mães, ela merece o nosso afeto e dedicação.

Mesmo cientes de que se trata de mais uma data comercial, podemos aproveitar este mês de maio para mudar alguns hábitos. Fui ensinada pela minha mãe, pessoa especialíssima, a dar mais valor a palavras e gestos do que a mimos materiais. E é exatamente assim, com palavras e gestos, que as mães podem se tornar grandes aliadas na preservação do planeta – por meio da disseminação de ideias para promover equilíbrio e sustentabilidade, inspirando seus filhos para que sejam responsáveis no dia a dia.

Muitos são os bons hábitos que as mães podem incutir em seus pequenos desde cedo, mas não só isso. Podem – e devem – conversar com seus filhos sobre uso racional da energia, reaproveitamento e reciclagem, em qualquer idade.”… (Leia e comente)

ÍNDIA É O PAÍS COM O MAIOR POTENCIAL PARA COZIMENTO COM ENERGIA SOLAR

14/06/2011

TRÊS BILHÕES DE PESSOAS UTILIZAM MADEIRA, ESTERCO OU BIOMASSA COMO COMBUSTÍVEL. ESSA PRÁTICA PREJUDICA O CLIMA E CAUSA O DESAPARECIMENTO DAS FLORESTAS.
FOGÕES SOLARES PODEM ALIVIAR O PROBLEMA
– E ATÉ MESMO SALVAR VIDAS.

DW-WORLD.DE – Torsten Schäfer (mdm) / Revisão: Roselaine Wandscheer

“Após o terremoto de janeiro de 2010 no Haiti,  apenas a água fervida era realmente segura. Mas fervê-la era um problema, pois a madeira para fazer o fogo praticamente não existia ou custava muito caro. Segundo o alemão Hans Michlbauer, 97% da floresta nativa já desapareceram. “As mulheres gastam horas procurando lenha”, conta.

Ele trabalha para a EG Solar, associação responsável por projetos de cozinhas solares em todo o mundo. Não apenas no Haiti os fogões solares são úteis. Em diversos países em desenvolvimento, a tecnologia pode melhorar as condições de vida, além de contribuir com a preservação do meio ambiente. Atualmente, 17% das emissões mundiais de CO2 são produzidas no cozimento doméstico e provêm da queima de lenha, esterco ou biomassa.

Fogo de cozinha mata 1,5 milhão por ano

Três bilhões de pessoas dependem desses combustíveis. Em busca da lenha, as florestas são desmatadas, o que aumenta a erosão e contribui com a sedimentação dos rios. E a extração da madeira custa tempo – um tempo que falta para outras atividades rentáveis. Além disso, a fuligem polui o ar.

A cada inverno, uma nuvem de fumaça cobre o sul da Ásia, causada principalmente, segundo um estudo suíço, pela queima de madeira. E essa massa de ar poluído…” (Leia e comente)