Posts Tagged ‘Autoestima’

8 BOAS IDÉIAS

07/02/2010

OPÇÕES INTELIGENTES DE LAZER PODEM AJUDÁ-LO A REDUZIR O ESTRESSE, FORTALECER O SISTEMA IMUNOLÓGICO
E AUMENTAR A AUTOESTIMA

VivaSaúde – André Bernardo

“Pela manhã, eles mal acordam e já estão no celular, resolvendo problemas do escritório. Na hora do almoço, não se alimentam direito, de tão preocupados que estão com a reunião das 16 h. À noite, quando chegam em casa, em vez de se refestelarem na cama para uma revigorante noite de sono, varam a madrugada na frente do computador.

Esforçados, detalhistas e exigentes, os workaholics – termo inglês que designa pessoas viciadas em trabalho – não sabem a hora de parar. E, nas raras vezes que conseguem, só pensam em metas, prazos e custos. “Pouquíssimas pessoas sabem viver. A grande maioria apenas sobrevive”, afirma o preparador físico Nuno Cobra.

Abaixo o controle remoto
Pensando nisso, a VivaSaúde ouviu especialistas das mais diferentes áreas e preparou um roteiro com oito opções saudáveis e prazerosas para você aproveitar melhor o seu…” (Leia e comente)

EM BUSCA DE PRESENÇA E PARTICIPAÇÃO

10/11/2009

jovens  negros

“GERAÇÃO DE DESCOBERTAS, DE AVENTURAS, A JUVENTUDE DE HOJE QUER MUITO MAIS. NÃO SE CONTENTA EM ILUSTRAR APENAS AS PÁGINAS DOS JORNAIS COM DADOS ESTATÍSTICOS ESCABROSOS. PELO CONTRÁRIO. MUITA COISA MUDOU NA AUTOESTIMA DA JUVENTUDE NEGRA DE TEMPOS PRA CÁ”

Raça Brasil – Célia R. da Silva

“Motivos para essa mudança não faltam: maior mobilização da sociedade civil, da luta dos movimentos sociais negros, do surgimento de uma mídia étnica que ajuda na valorização da identidade negra e de investimentos do Estado.

Para o pesquisador Rodrigo Denílson, mestre em Sociologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a multiplicação de universidades públicas que passaram a adotar políticas de reserva de vagas para negros e estudantes de escolas públicas, a criação do Programa Universidade para Todos (ProUni), além das mudanças recentes nas formas de representar os negros brasileiros, criaram possibilidades para os jovens negros sonharem e buscarem outros lugares, recusando assim a máxima do “ponha-se no seu lugar”.

“Eles querem e sabem que podem estar presentes nos espaços. As políticas de ação afirmativa, como as cotas, tornaram possíveis sonhos antes quase inimagináveis”, afirma Rodrigo, que exemplifica tais sonhos como a formação superior e a entrada no mercado de trabalho qualificado. “A reflexão sobre o pertencimento identitário étnico-racial possibilita a multiplicidade de vivência na escola…” (Leia e comente)