Posts Tagged ‘Disco de Vinil’

GUIA DE COMPRAS DE VINIL

22/04/2011

UMA LISTA DE 15 LOJAS NA CIDADE DE SÃO PAULO
PARA A ALEGRIA DOS FANÁTICOS

TripLuiz Filipe Tavares

Neste dia 20 de abril, comemoramos no Brasil o Dia Nacional do Disco do Vinil, por ser o dia do aniversário da morte do cantor e compositor carioca Ataulfo Alves. Um bom motivo para você sair de casa e ir bater perna atrás daquele original que falta para a sua coleção e aproveitar para ver que outras pessoas também estão atrás das bolachas. E que jeito melhor para encontrar um LP do que ir a uma boa loja de música, das poucas que continuam com as portas abertas depois da invasão da geração MP3.

Em São Paulo, felizmente, ainda existem pequenos oásis de 45 RPMs, onde é possível achar versões nacionais e internacionais de discos já fora de catálogo há muitos e muitos anos. Para ajudar na sua busca, separamos algumas das maiores lojas da cidade com endereço e telefone, para facilitar a sua procura por aquela raridade e, com alguma sorte, alguns lançamentos.

Pelo menos entre os artistas nacionais, aliás, esses lançamentos estão finalmente saindo depois do formato passar anos esquecido por aqui por falta de uma fábrica de discos. Desde 2009, com a reabertura da Polysom, a fábrica já colocou em circulação 26 títulos em vinil, que vão desde clássicos como o LP homônimo dos Secos & Molhados, o Cabeça Dinossauro, dos Titãs,…” (Leia e comente)

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MENINGITE E PERDA DE MEMÓRIA MARCARAM INFÂNCIA DE CANTOR DOS SEX PISTOLS

25/11/2010

JOHN LYDON, CANTOR DOS SEX PISTOLS E UM DOS PRINCIPAIS ÍCONES DO MOVIMENTO PUNK, CONTOU QUE, AOS OITO ANOS, ERA INCAPAZ DE RECONHECER OS PRÓPRIOS PAIS QUANDO ESTES FORAM BUSCÁ-LO EM UM HOSPITAL.

BBC Brasil – Ian Youngs

“Em entrevista exclusiva à BBC, Lydon revelou detalhes pouco conhecidos sobre sua infância, como quando, durante o período em que esteve se recuperando de uma meningite, esteve em coma e enfrentou períodos de grave perda de memória.

O cantor, hoje com 54 anos, contraiu meningite aos sete anos de idade e passou um ano de convalescência.

“Ali está você no hospital, sem entender nada ao seu redor”, descreve Lydon. “Sem saber seu nome, sem saber quem você é, sem saber que as pessoas na sua frente são seus pais”.

“Você não sabe por que está ali e, mesmo presumindo que pertence à alguém, se questiona: ‘será que eles estão mentindo’?. É um sentimento terrível”, diz o cantor, que, anos mais tarde, sob o nome de Johnny Rotten (“Joãozinho Podre”) formaria uma das bandas…” (Leia e comente)

EM DVD: “RUSH – BEYOND THE LIGHTED STAGE”

06/08/2010

Vip – Blogie

“É enorme a tentação de escrever um longo tratado todo rebuscado sobre o Rush – ao mesmo tempo, a banda mais mal falada e também a mais cultuada do mundo -, mas vou tentar fazer um texto rápido e objetivo.

E o resumo de tudo é: entre agora na sua loja de e-commerce preferida e compre um exemplar de Rush – Beyond the Lighted Stage, documentário premiado no Festival de Tribeca e destaque da última Mostra de Cinema de SP. O filme acaba de ser lançado em DVD.

Trata-se de um tributo militante e apaixonante a uma banda cuja reputação de nerd, pretensiosa e chata obrigou seus fãs a se justificarem e aguentarem todo tipo de ridicularização. Ao contrário da inventividade e complexidade das canções do Rush, o filme é direto ao ponto, com começo, meio e fim – e, acima de tudo, fala direto ao coração…” (Leia e comente)

O WOODSTOCK BRASILEIRO

01/08/2010

“UMA NOITE EM 67” MOSTRA QUE O FESTIVAL DA CANÇÃO DAQUELE ANO PODE SER APENAS UM FLASH NA MEMÓRIA DE QUEM ESTAVA NO PALCO, MAS DEIXA CLARO QUE, PARA O RESTO DO PAÍS,
FOI MAIS QUE ISSO

Época – Ivan Martins

“Documentários são feitos de imagens e ideias. Às vezes, como em Uma noite em 67, são feitos também de nostalgia. O filme de Renato Terra e Ricardo Calil, que entra em cartaz na próxima semana, fala do festival da canção de 1967 – um evento mítico da cultura brasileira, tão importante para nós quanto Woodstock para os americanos. O festival de rock de Woodstook estabeleceu, em 1969, o tom hippie e contestatório dos anos 1970. O festival de 1967 apresentou ao Brasil os personagens, as ideias e a tensão que tomaria conta do país nas décadas seguintes.

Na noite de 21 de abril de 1967, no palco do Teatro Paramount, no centro de São Paulo, foram apresentadas 12 finalistas ao título de melhor canção do ano. A competição era transmitida ao vivo, para todo o país, com níveis de audiência de final de Copa do Mundo. O auditório que vaiava e aplaudia era parte do espetáculo. Naquela noite, Chico Buarque cantou “Roda viva”, Edu Lobo trouxe “Ponteio”, Gilberto Gil veio com “Domingo no parque” (acompanhado dos Mutantes) e Caetano Veloso com “Alegria, alegria”. Todas essas canções se tornaram clássicos da música brasileira. É espantoso que tenham sido…” (Leia e comente)

O A A Z DO ROCK

08/11/2009

abc do rock

“Qualquer homem confiável bate no peito (naquele compasso tum-tá-tum-tá) e grita bem alto que o bom e velho rock´n roll faz parte da sua alma. Aumente o volume e vibre como nosso dicionário sobreo tema. Oh, yeah!”

MAXIM Brasil – Rui Maciel

a

PARA AFEGÃOS ROQUEIROS
Nem só de vídeos da Al-Qaeda vive o mundo do entretenimento no Afeganistão. Apesar da patrulha religiosa dos talebans, eles também têm a Kabul Rock FM 108, primeira rádio roqueira do país. Toca desde Metallica até hits iranianos e paquistaneses.

bPARA BARULHO
O Manowar conseguiu produzir o show mais barulhento do mundo, em Hanover, na Alemanha. A sonzeira da banda chegou a sutis 129,5 decibéis. (Leia e comente)

VINIL NO IPOD

22/10/2009

vinil no ipod

“INDECISO ENTRE CHARME ANALÓGICO E PRATICIDADE DIGITAL? APOSTE NA VITROLA COM SAÍDA USB”

Trip – Millos Kaiser / Foto: Lucas Lima

“Os militantes do vinil pregam que ele tem um som mais quente e fiel, sem falar no romantismo. As vantagens do MP3 todo mundo sabe – é gratuito, mais fácil de encontrar e armazenar etc. E agora, com a vitrola USB, você tem o melhor dos dois mundos.

Sony PS-LX300USB Com um visual mais discreto, deve agradar ao pessoal old school. Tem todas as funções básicas e ainda conta com uma tampa de acrílico para proteger seus vinis. Sai por US$ 149. www.sonystyle.com

Sony PS-LX300USB Com um visual mais discreto, deve agradar ao pessoal old school. Tem todas as funções básicas e ainda conta com uma tampa de acrílico para proteger seus vinis. Sai por US$ 149. http://www.sonystyle.com

Dá para usá-la do jeito tradicional, ligando num som, ou então plugar direto no computador e jogar as faixas do LP para o HD. Alguns modelos ainda acompanham um software que trata e reduz o ruído das músicas em questão de minutos. E daí para virar CD, ir para o seu MP3 player ou soltar na rede é um pulo. Ou melhor, um clique.

“Sem dúvida, o melhor investimento do ano”, afirma o produtor Rodrigo Alvarado. “Tudo começou quando achei um single raro do Giorgio Moroder numa feira de usados dois meses atrás por R$ 5. Comprei na hora e isso reacendeu minha vontade de ter uma vitrola. No mesmo dia, pesquisei na internet e vi que as vitrolas com saída USB eram muito mais práticas e baratas”,…” (Leia mais e comente a matéria)

ROBERTO CARLOS EM PRETO E BRANCO

04/06/2009

Cheguei à centésima postagem. Uma vitória da necessidade de mostrar que existem boas notícias, boas histórias para cantar e serem contadas. Aquelas matérias que ficam escondidas nos rodapés das páginas, lá no cantinho, no finzinho de tudo. Gosto dessas! As que não vendem jornais, que não matam, que não degradam o meio ambiente, que não vibram com as tragédias alheias… Prefiro as que socorrem, as que riem…

Recebi um correio eletrônico da amiga Lílian Guimarães, lá de Brasília, é um vídeo que mostra o Roberto Carlos em início de carreira, gravado pela TV portuguesa RTP.
Quando jovem, nunca fui muito fã do RC, gostava mais do Led Zeppelin, Black Sabbath, Alceu Valença, Raul Seixas entre outros. Com a maturidade, você vai ficando mais perceptivo, e começa a lembrar das músicas que sua mãe ouvia pelo rádio, e que, por incrível que pareça, sabe todas as letras. Odair José, Ronnie Von, Antônio Marcos
e por aí vai…
Uma homenagem aos vários discos de vinil do rei, que herdei da Zezé (mãe) tempos atrás. (LA)


VENDE-SE 3 MILHÕES DE DISCOS

08/05/2009

disco vinil

O recente curta-metragem The Archive, do diretor Sean Dunne, retrata nada mais do que a maior coleção de vinis do mundo. Olha o tamanho: São mais 6 milhões de canções em 3 milhões de discos e mais de 300 mil compactos. Entre as raridades, o primeiro disco de vinil já produzido, em 1881.

Mas o filme, que está dentro da selecão oficial do Sundance Film Festival (2009), tem um tom pra lá de tristonho.

O dono da coleção, que levou 50 anos para chegar nesse total, se chama Paul Mawhinney e aparece choramingando entre milhares de LPs.

Veja um trecho do documentário: