Posts Tagged ‘Educação’

COMO ACELERAR A IGUALDADE DE GÊNERO NO TRABALHO

20/01/2017

generos

Galileu

A MUDANÇA DEPENDE DA CONSTRUÇÃO DE UMA NOVA CONSCIÊNCIA SOCIAL, EM QUE HOMENS E MULHERES TENHAM OS MESMOS DIREITOS, DEVERES E OPORTUNIDADES

Coisa de menina e coisa de menino. Desde a mais tenra idade, somos levados a acreditar que nem tudo é para todos e que homens e mulheres têm funções diferentes e predefinidas que não podem ser modificadas. Basta fazer um passeio por qualquer loja de brinquedos para entender essa dinâmica. Às meninas está destinado um mundo cor-de-rosa, repleto de bonecas, utensílios domésticos e estéticos. Aos meninos, carrinhos, super-heróis e jogos de raciocínio. Pode parecer algo inocente, mas aí já começa a se formar na cabeça dos futuros adultos qual será o papel de homens e mulheres na sociedade – o que se reflete na vida pessoal, nos estudos e,… Continue lendo

TIA DAG: ALÉM DOS LIMITES

24/11/2016

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Trip por Tia Dag

A PERSONALIDADE ARIANA DA EDUCADORA TIA DAG SEMPRE A FEZ SUPERAR OS PRÓPRIOS LIMITES. HOJE, ELA EMPODERA MILHARES DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES A FAZEREM O MESMO: VOAR COM AS PRÓPRIAS ASAS

Gostaria de compartilhar com vocês um ponto de vista que trago desde os meus tempos de estudante na USP até a minha formação como educadora: os limites. A ideia de que existem fronteiras, uma linha ou aviso que sugere impedimento (do tipo “Não ultrapasse” ou coisa assim) sempre exerceu um efeito contrário na minha personalidade ariana. Eu sempre tive essa necessidade de expansão, de ir além do absoluto (aquilo que é) para encontrar o mistério daquilo que ainda não era conhecido, o novo, o não feito. É claro que tamanha curiosidade não me afastou de arrumar um problema ali e outro acolá durante a minha fase de exploradora, mas até mesmo essas experiências serviram para que eu pudesse compreender que posso ir muito mais distante do que a minha zona de conforto…. Continue lendo

 

EQUIPAMENTOS SEM USO PODEM TRANSFORMAR A SALA DE INFORMÁTICA EM ESPAÇO MAKER

04/11/2016

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Nova Escola por Jane Reolo

Você já ouviu falar sobre um espaço maker? Trata-se de um laboratório com diversas ferramentas, equipamentos e peças que permitem a qualquer pessoa, por meio da criatividade e invenção, planejar e desenvolver um projeto que alia técnicas manuais e o trabalho dos computadores.

Montá-lo não parece, à primeira vista, ser algo acessível para boa parte das escolas do país. Mas tenho duas boas notícias para compartilhar com vocês. A primeira é que já há laboratórios gratuitos que ficam abertos ao público em geral. Eles são conhecidos como FabLabsContinue lendo

E SE A GAROTADA EXAGERAR NOS ELETRÔNICOS?

03/11/2016

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Revista Ana Maria por Luciana Bugni

APRENDA A CONTROLAR O USO DE TABLETS E CELULARES, E EVITE AS CONSEQUÊNCIAS DESSE ABUSO NO FUTURO

Você usa demais os eletrônicos ou sabe dosar o tempo que fica no celular? Antes de responder, aqui vai um dado: as pessoas acreditam que gastam metade do tempo que efetivamente passam com tablets, smartphones e computadores. Ou seja, achamos que o mundo digital está muito menos presente em nossa vida do que realmente está. “Se nem mesmo nós sabemos dimensionar a representatividade da tecnologia, como poderemos acompanhar nossos filhos?”, questiona Paulo Crepaldi, especialista em estudo do comportamento… Continue lendo

LIVREIRO DO ALEMÃO CRIA “BARRACOTECA” NA FAVELA

31/07/2011

Otávio Júnior criou a "Barracoteca Hans Christian Andersen"; no ensino médio, ele matava aula para ir à biblioteca

Folha.com – Emilio Sant’anna / Foto: Paula Giolito – Folhapress

“Enquanto traficantes do Comando Vermelho em fuga trocavam tiros com a polícia e soldados do Exército durante a ocupação dos complexos da Penha e do Alemão, em novembro de 2010, Otávio Júnior, 27, escrevia.

Sem poder sair de casa, finalizava “O Livreiro do Alemão” — seu ingresso no mundo dos escritores — e preparava-se para instalar a primeira biblioteca do conjunto de 13 favelas na zona norte do Rio com quase 400 mil pessoas.

“Quando os confrontos eram muito acirrados, eu produzia muito. Escrevia enquanto as balas “comiam” para cima e pra baixo.”

Biblioteca? Na verdade, trata-se da “Barracoteca Hans Christian Andersen” -corrige Otávio. O nome é uma homenagem ao escritor dinamarquês autor de contos como “A Pequena Sereia” e “A Roupa…” (Leia e comente)

BICICLOTECA

22/07/2011

BIKE ITINERANTE DOA LIVROS A MORADORES DE RUA

Super Interessante – Débora Spitzcovsky

“Está na Constituição brasileira: todo o cidadão tem direito à cultura e educação e, para ajudar a cumprir essa Lei, o IMV – Instituto Mobilidade Verde criou a Bicicloteca, uma bike itinerante desenvolvida para percorrer as ruas das cidades brasileiras doando livros aos moradores de rua.

Com um compartimento traseiro que tem capacidade para armazenar até 150 kg de livros, a Bicicloteca é capaz de levar a leitura a centenas de desabrigados, que para ganhar uma obra só precisam fazer uma promessa: doar o livro para outro morador de rua, quando terminarem a leitura – já que seria inviável pedir para que obras fossem devolvidas à biblioteca, como de costume.

O projeto ainda está no começo e a primeira Bicicloteca do IMV será doada, na próxima segunda-feira, 25 de julho – não por acaso, o Dia do Escritor – para o MEPSRSP – Movimento Estadual de População em Situação de Rua de São Paulo, que oferece assessoria jurídica aos desabrigados, além de encaminhá-los para projetos sociais e empresas dispostas a oferecer emprego…” (Leia e comente)

PESSOAS COM MENOR GRAU DE EDUCAÇÃO ENVELHECEM MAIS RÁPIDO, SUGERE ESTUDO

13/05/2011

PESQUISA INDICA QUE EDUCAÇÃO MELHOR AJUDA PESSOAS A TOMAR DECISÕES MAIS APROPRIADAS PARA
A SAÚDE A LONGO PRAZO

Estadão

“Uma pesquisa britânica realizada com 400 homens e mulheres sugere que pessoas com menos educação tem tendência a envelhecer mais rapidamente.

Análises do DNA dos pesquisados sugerem que o envelhecimento celular é mais avançado em adultos sem qualificações comparados com aqueles que tem um diploma universitário.

A instituição de caridade britânica para problemas do coração, British Heart Foundation, afirmou que o estudo, realizado em Londres e publicado na revista especializada Brain, Behaviour and Immunity, reforça a necessidade de enfrentar as diferenças sociais.

“Não é aceitável que o local onde você vive ou o quanto você ganha – ou a menor bagagem acadêmica – possam significar um risco maior de doenças”, afirmou o professor Jeremy Pearson, diretor médico associado da instituição.

A ligação entre boa saúde e status socioeconômico já foi estabelecida em outras pesquisas.

As pessoas mais pobres tem mais probabilidade de fumar, fazer menos exercícios e ter menos acesso atendimento de saúde de boa qualidade, quando comparadas as pessoas mais ricas…” (Leia e comente)

OS SEGREDOS DAS MELHORES BIBLIOTECAS

01/05/2011

EXPERIÊNCIAS BEM-SUCEDIDAS PELO BRASIL DÃO 11 IDEIAS PARA VALORIZAR BIBLIOTECAS E ATRAIR MAIS LEITORES

Educar para Crescer – Camilo Gomide

“A falta de hábito de leitura é um grave problema para os brasileiros. Pesquisas recentes mostram que a população do país vem lendo mais nos últimos anos, mas o percentual de leitores ainda é muito baixo (de acordo com o estudo Retratos da Leitura no Brasil, de 2008, 45 % da população estudada não leu nenhum livro nos últimos 3 meses, e é considerada não-leitor pela pesquisa).

Embora 67 % dos brasileiros saibam que existe uma biblioteca perto de seus lares, apenas 1 em cada 4 cidadãos as freqüentam, de acordo com o Retratos da Leitura. A má condição dos estabelecimentos é um dos principais fatores que contribuem para esse distanciamento do público. O Retratos da Leitura mostra que 20 % dos leitores do país não vão às bibliotecas por causa da precariedade dos estabelecimentos.

Prédios velhos, falta de acervo, verba curta, má administração, entre outros, são alguns dos motivos que afastam o público das bibliotecas, e, consequentemente, da leitura…” (Leia e comente)

UM IMPORTANTE TABULEIRO DE XADREZ

19/04/2011

O PSICOLÓGICO E O COGNITIVO NO MUNDO DOS ALUNOS DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA)

Recanto das Letras – Solange Gomes da Fonseca

“O jogo de xadrez tem o poder de concentração, nível de instrução, memória visual, para não mencionar também o talento estratégico, a paciência, a coragem, e muitas outras faculdades. Se fosse possível ver o que se passa na cabeça de um enxadrista, iríamos descobrir um irrequieto mundo de sensações, imagens, movimentos, paixões e um panorama sempre mutante de estados de consciência. As nossas mais precisas descrições, comparadas às deles, não passam de esquemas grosseiramente simplificados. Daí o objetivo principal do texto é levar para sala de aula de EJA os conceitos básicos de um importante tabuleiro de xadrez para se trabalhar o psicológico e o cognitivo desses alunos, num clima de recreação e desinibição ao mundo do ensino /aprendizagem.

Atualmente há uma extensa literatura acerca da psicologia do xadrez. De fato, ele tem sido chamado de “drosophila” dos estudos da psicologia cognitiva e da inteligência artificial, porque representa o domínio em que o desempenho dos “experts” tem sido mais intensamente estudado e medido.

Embora, saibamos que a capacidade de memorizar não é, por si só, responsável por essa habilidade, uma vez que mestres e noviços, quando confrontados com aleatórios arranjos de peças de xadrez, num tabuleiro de importante atuação dos alunos de EJA ao mundo psicológico…” (Leia e comente)

“BULLYING” CONTRA O PORTUGUÊS

13/04/2011

NOSSO IDIOMA É VULNERÁVEL AOS ATAQUES DO INGLÊS, E NINGUÉM ESTÁ DISPOSTO A PROTEGÊ-LO… ATÉ PORQUE FALAR
ERRADO VIROU CHIQUE

Época – Luís Antônio Giron

“Na semana passada, minha mulher comprou um pote de geleia de mirtilo, com o seguinte selo: “Geleia de blueberry”. Num acesso de hipercorreção, risquei a palavra “blueberry” e escrevi por cima “mirtilo”, não sem antes passar um “branquinho” sobre o rótulo. “Você está louco?”, me disse Miriam ao descobrir o trote. “É assim que nascem os serial killers!”, exagerou. Respondi no meu espírito habitual: “Brincadeira sem graça. E por que não ‘assassinos seriais’?” Ela atacou: “Porque você diria que é anglicismo”. Neutralizado pela jogada dela, fiquei tentando encontrar um correspondente em português para “serial killer”, mas não consegui. Tive de me resignar à expressão americana. “Tudo bem, assassino serial, tudo em nome da língua portuguesa. Não aguento mais escreverem tudo errado!” Ela riu: “Se constasse ‘mirtilo’ em vez de ‘blueberry’ no rótulo, o produto não venderia! Sabe por quê? Porque ninguém sabe o que é mirtilo.” Pois é, ninguém leva a questão da pureza da língua a sério. Sobrei eu. Ou nem eu…

Mas, como diriam os sambistas, ainda posso ser considerado um dos “últimos baluartes da língua portuguesa”. Pode parecer um título pretensioso, até porque não recebi de ninguém outorga ou procuração para a função. Ou ridículo, por lembrar o personagem do romance Triste fim de Policarpo Quaresma, publicado em 1915, de Lima Barreto: Policarpo é aquele coronel aposentado…” (Leia e comente)