Archive for the ‘Meio Ambiente’ Category

SACOLAS PLÁSTICAS: DE ONDE VÊM, PARA ONDE VÃO

10/08/2011

PEGAR SACOLINHAS EM QUALQUER COMPRA VIROU SE TORNOU UM HÁBITO PARA MUITA GENTE. O QUE A MAIORIA DESCONHECE É O IMPACTO QUE ELAS PODEM CAUSAR AO MEIO AMBIENTE E, CONSEQUENTEMENTE, NA VIDA DAS PESSOAS E DOS ANIMAIS. AGORA, PARE PARA PENSAR E RESPONDA: É REALMENTE NECESSÁRIO USAR TANTA SACOLA PLÁSTICA?

Planeta Sustentável – Mônica Nunes e Ana Luíza Vastag

“Muitas vezes sem saber, ao fazermos compras no supermercado, na padaria, na livraria, na loja de brinquedos, na farmácia… e guardarmos tudo – seja de que tamanho ou quantidade for – em sacolas plásticas, estamos contribuindo para as enchentes ou, ainda, para a poluição das águas e a morte dos animais que vivem nos oceanos. E este é apenas um dos problemas que essa prática pode gerar.

Usar sacolas plásticas para carregar qualquer compra virou um hábito ou, mesmo, um vício. Por isso que mais de um bilhão de sacolas são usadas por mês só no Brasil! Vc sabia disso?

Para entender de um jeito muito fácil como isso funciona, o site Akatu Mirim*, do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, criou uma animação superbacana. Dá pra entender, direitinho, como são feitas e para onde vão quando jogadas no lixo…” (Leia e comente)

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O SEMEADOR DO PONTAL DO PARANAPANEMA

28/07/2011

JEFFERSON LIMA DEDICA-SE AO PROJETO CAFÉ COM FLORESTA, DA ONG IPÊ. NO PONTAL DO PARANAPANEMA (SP), ELE ESTIMULA ASSENTADOS A FAZER O PLANTIO DE ESPÉCIES NATIVAS
NAS ÁREAS DE CULTIVO DE CAFÉ.

National Geographic – Liana John / Foto de Liana John

“Na caminhonete há uma coleção de sacos e sacolinhas, bem amarrados para não deixar escapar o precioso conteúdo. O geógrafo e técnico em agropecuária Jefferson Lima nunca volta com a mesma carga da ida. Também nunca chega ou sai de mãos abanando. Quando faz suas visitas aos assentados do Pontal do Paranapanema, no extremo oeste do Estado de São Paulo, ele é um autêntico dispersor de sementes e de mudas, um extensionista rural como poucos, integrante da equipe do Instituto de Pesquisas Ecológicas, Ipê.

Não por acaso, vários dos assentados com os quais ele trabalha o chamam de professor. Enquanto distribui suas sementes e promove trocas entre agricultores, ele vai semeando ideias, dando uma sugestão aqui; ressaltando a importância da diversidade de culturas ali; chamando a atenção para os cuidados que mantêm viva a fertilidade do solo; as formas de controlar pragas e doenças de maneira natural, sem químicos,…” (Leia e comente)

BICICLETA DE PLÁSTICO

26/07/2011

ESTUDANTE DE JERUSALÉM CRIA BIKE FEITA INTEIRAMENTE
DE MATERIAIS RECICLÁVEIS

Galileu

A estudante Dror Peleg, da Academia de Arte e Design Bezalel, em Jerusalém, desenvolveu uma bicicleta feita inteiramente (exceto os pneus) de plástico reciclado. O projeto já saiu do papel e as bicicletas de fato funcionam e estão prontas para serem produzidas. Comparada com a produção da tradicional bicicleta de metal, requer muito menos trabalho, é mais barata e sua tecnologia pode ser adaptada conforme as indústrias locais. Dror Peleg batizou sua criação de “Frii” e abaixo você pode ver algumas fotos.

MÃE DE TODOS

09/07/2011

COM PALAVRAS E GESTOS, MÃES PODEM SE TORNAR ALIADAS NA PRESERVAÇÃO DO PLANETA.

Seleções – Mariusa Colombo

“Existem mães de todos os tipos, todas especiais a seu modo. Mãe de filho único, de vários filhos; mãe da cidade, do campo, do sertão e do cerrado. Consumistas, econômicas; mães que leem sobre a sustentabilidade, mães que estão aprendendo a ler. E existe, é claro, a natureza, mãe de todos nós. Como as outras mães, ela merece o nosso afeto e dedicação.

Mesmo cientes de que se trata de mais uma data comercial, podemos aproveitar este mês de maio para mudar alguns hábitos. Fui ensinada pela minha mãe, pessoa especialíssima, a dar mais valor a palavras e gestos do que a mimos materiais. E é exatamente assim, com palavras e gestos, que as mães podem se tornar grandes aliadas na preservação do planeta – por meio da disseminação de ideias para promover equilíbrio e sustentabilidade, inspirando seus filhos para que sejam responsáveis no dia a dia.

Muitos são os bons hábitos que as mães podem incutir em seus pequenos desde cedo, mas não só isso. Podem – e devem – conversar com seus filhos sobre uso racional da energia, reaproveitamento e reciclagem, em qualquer idade.”… (Leia e comente)

ÍNDIA É O PAÍS COM O MAIOR POTENCIAL PARA COZIMENTO COM ENERGIA SOLAR

14/06/2011

TRÊS BILHÕES DE PESSOAS UTILIZAM MADEIRA, ESTERCO OU BIOMASSA COMO COMBUSTÍVEL. ESSA PRÁTICA PREJUDICA O CLIMA E CAUSA O DESAPARECIMENTO DAS FLORESTAS.
FOGÕES SOLARES PODEM ALIVIAR O PROBLEMA
– E ATÉ MESMO SALVAR VIDAS.

DW-WORLD.DE – Torsten Schäfer (mdm) / Revisão: Roselaine Wandscheer

“Após o terremoto de janeiro de 2010 no Haiti,  apenas a água fervida era realmente segura. Mas fervê-la era um problema, pois a madeira para fazer o fogo praticamente não existia ou custava muito caro. Segundo o alemão Hans Michlbauer, 97% da floresta nativa já desapareceram. “As mulheres gastam horas procurando lenha”, conta.

Ele trabalha para a EG Solar, associação responsável por projetos de cozinhas solares em todo o mundo. Não apenas no Haiti os fogões solares são úteis. Em diversos países em desenvolvimento, a tecnologia pode melhorar as condições de vida, além de contribuir com a preservação do meio ambiente. Atualmente, 17% das emissões mundiais de CO2 são produzidas no cozimento doméstico e provêm da queima de lenha, esterco ou biomassa.

Fogo de cozinha mata 1,5 milhão por ano

Três bilhões de pessoas dependem desses combustíveis. Em busca da lenha, as florestas são desmatadas, o que aumenta a erosão e contribui com a sedimentação dos rios. E a extração da madeira custa tempo – um tempo que falta para outras atividades rentáveis. Além disso, a fuligem polui o ar.

A cada inverno, uma nuvem de fumaça cobre o sul da Ásia, causada principalmente, segundo um estudo suíço, pela queima de madeira. E essa massa de ar poluído…” (Leia e comente)

MESTRA DA SUSTENTABILIDADE

24/11/2010

DEPOIS DE PRATICAR O CONSUMO CONSCIENTE E PREFERIR UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL, QUAIS SERIAM OS PASSOS EM
DIREÇÃO A UMA VIDA MAIS EQUILIBRADA?

Vida Simples – Liane Alves / Foto: Paulo Freitas

“Simone Ramounoulou é uma daquelas profissionais cujo currículo já dá a estatura de sua atuação como instrutora de temas relativos ao meio ambiente e ao desenvolvimento da consciência como um todo. Consultora em vários projetos internacionais, é diretora-executiva no Brasil da World Business Academy, que congrega empresários e executivos do mundo todo, do Institute of Noetic Sciences, mais centrado nas possibilidades da mente e da consciência, do Clube de Budapeste e dos Encontros da Rede Global de Educação para a Paz – Construindo uma Cultura Planetária, um programa feito em parceria com a Unesco.

Brasileira, simpática e firme em suas posições, Simone é filha de pai francês e mãe italiana. Estudou em Genebra na primeira escola de cultura global ligada à ONU e seu trabalho hoje é justamente ministrar cursos e implantar programas na área de educação e conscientização da realidade ambiental do planeta. Seu trabalho é desenvolvido na William Harmann House do Brasil, que fica no Espaço Antakarana, em São Paulo, do qual ela é uma das cofundadoras. Atualmente, ela é também coordenadora-geral do programa sueco The Natural Step (O Passo Natural),…” (Leia e comente)

ALI SE FAZ, AQUI SE PAGA – AS QUEIMADAS E A SECA NA AMAZÔNIA

18/11/2010

National Geographic – Rodrigo Baleia

“Enquanto estava editando as imagens da seca que atingiu níveis recordes na Amazônia, pensava o quanto esse seria mais um post com imagens apocalípticas da região, como o que havia feito sobre as queimadas.

Então, vejo um sinal de e-mail recebido no canto da tela do computador. Ao abri-lo, vem o link de uma notícia publicada no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que reproduzo a seguir:

Depois de dois anos, aerossóis de queimadas aumentam na Amazônia

09/11/2010

A emissão de aerossóis, fuligem de queimadas em suspensão na atmosfera, aumentou significativamente na Amazônia em relação aos dois últimos anos (2008 e 2009). A constatação é do grupo de pesquisa de Qualidade do Ar, do CPTEC/INPE. Os aerossóis são emitidos pelas queimadas, produtos da queima da biomassa, com maior incidência nos meses de agosto e setembro. O pesquisador do CPTEC, Saulo Freitas, explica que as emissões de queimadas das regiões centrais e norte do País teriam migrado neste período para o oeste e noroeste da Amazônia,…” (Leia, comente e veja mais fotos)

DESCARTE CERTO

01/11/2010

COM ATITUDE E CONSCIÊNCIA, PODEMOS COMBATER O EXCESSO DE LIXO TÓXICO QUE VEM PROVOCANDO DANOS
À SAÚDE DO PLANETA.

Bons Fluídos – Patricia Bernal

“Sabe aquela geladeira antiga que você não usa mais? Ou mesmo os aparelhos eletrônicos deixados de lado? Ah, sem contar as pilhas e baterias aposentadas e os remédios vencidos? Se não bastasse a dúvida sobre o que fazer com essas coisas todas, ainda temos de tratá-las com cuidados especiais. “Por conterem substâncias tóxicas, quando descartados de forma incorreta no meio ambiente, esses e outros itens, como óleo de cozinha e lâmpadas, contaminam o solo e a água”, explica a doutora em engenharia química Carolina Afonso Pinto, formada pela Universidade de São Paulo (USP). “Para quem não recebe água tratada, a opção é captar de rios ou do lençol freático através de poços artesanais. É aí que mora o perigo”, alerta. Como a maioria desses objetos ainda é eliminada junto com o lixo comum nos chamados “lixões”, o impacto é certeiro. “Não há nenhum controle sobre eles, o que amplia a proliferação de gases tóxicos e líquidos poluentes, como o chorume. O resultado são as doenças, além de solo e ar poluídos”, declara Jorge Tenório, professor titular de engenharia de materiais da Universidade de São Paulo (USP). Como isso pode se agravar e nos trazer problemas futuros?…” (Leia e comente)

SIMPÓSIO DISCUTE O USO CIENTÍFICO DE PLANTAS MEDICINAIS

11/10/2010

Planeta Sustentável – Mônica Nunes/Débora Spitzcovky

“Os chás já são conhecidos “remédios naturais” da população, mas que espécies da nossa flora podem ser usadas, de forma sustentável, para produzir medicamentos? Essa será a discussão do 5º Simpósio Iberoamericano de Plantas Medicinais, que acontecerá em Santa Catarina, de 18 a 20 de outubro.

O evento reunirá pesquisadores da América Latina e da Península Ibérica, que são especialistas no assunto, e contará com diversas atividades, como palestras e mini-cursos. Entre os temas que serão abordados, estão:
– o controle e a qualidade dos fitoterápicos;
– o cultivo e os métodos de identificação dos princípios ativos naturais;
– as pesquisas feitas para encontrar novos agentes terapêuticos na natureza e
– os desafios do processo de transformação das plantas em medicamentos. (Confira a programação completa no site do evento) …” (Leia e comente)

DILEMA AMERICANO

28/09/2010

AS MAIORES RESERVAS DE PETRÓLEO DESCOBERTAS PELOS ESTADOS UNIDOS NAS ÚLTIMAS DÉCADAS ESTÃO NO FUNDO DO GOLFO DO MÉXICO – UM DOS LOCAIS MAIS PERIGOSOS
PARA SE PERFURAR POÇOS.

National Geographic – Joel K. Bourne, JR.

“Em um escaldante dia de junho na localidade de Houma, no estado da Louisiana, o escritório local da British Petroleum – agora transformado no Centro de Comando do Incidente da Deep-water Horizon – está fervilhando de homens e mulheres circunspectos. Na sala de comando das operações, telas de vídeo exibem mapas da mancha de óleo e a localização das embarcações mobilizadas. Mark Ploen, vice-responsável pelas operações, está rodeado de gente que trabalhou com ele no vazamento do navio-tanque Exxon Valdez, 20 anos antes, no Alasca. “É como uma reunião de colegas de ginásio”, diz, sem ironia.

A 80 quilômetros dali, 1,6 mil metros abaixo da superfície do mar, o poço Macondo, da BP, estava lançando no fundo do golfo uma quantidade de óleo equivalente a um Exxon Valdez a cada quatro dias. No fim de abril, uma explosiva erupção no poço transformara a Deepwater Horizon, uma das mais avançadas plataformas de perfuração existentes, em uma montanha de metal queimado e retorcido no fundo do mar. Tanto as empresas petroleiras como as agências oficiais reguladoras sempre agiram como se esse tipo de catástrofe jamais fosse acontecer. E de fato nada desse tipo havia ocorrido no golfo do México desde 1979,…” (Leia e comente)